10/03/2017

Prefeitura entrega documento de posse à moradores do Oratório
Neste sábado, mais de 100 famílias serão beneficiadas; programa deve atender 800 famílias

Roberto Mourão/ PM

A família da sra. Crispina está há mais de 34 anos no Oratório; moradora comemora documentação

 Mais dignidade para as famílias de Mauá. A Prefeitura entrega neste sábado (11) a documentação que confirma o direito de posse para mais de 100 famílias moradoras do Jardim Oratório.

A família da sra. Crispina Alves dos Santos Silva, 67 anos, é uma das que serão beneficiadas. Moradora do Oratório há 34 anos, ela divide hoje a casa com o marido, dois filhos e um neto. “Morávamos em Santo André e ajudamos uma amiga a se assentar por aqui. Gostamos da área e compramos nosso pedacinho de terra e estamos aqui desde então”, diz ela. Durante os anos, Crispina viu muita coisa mudar diante da janela. Mãe de seis filhos, também ouviu muitas promessas de melhoria nas condições do bairro que não seguiram em frente. “O asfalto que temos foi pago do nosso bolso. As promessas de documentação eram frequentes, mas nunca confirmadas. É uma grande felicidade receber isso hoje”, afirma. 
Esse é apenas os primeiros passos do projeto que garante a moradia legal no Oratório. Até o final dessa gestão, o programa deve atender, pelo menos, mais 800 famílias que residem no local. São famílias como a de Solange e Cláudio Sérgio Silva Reis, pais de dois filhos que nasceram no Oratório e que aguardam a documentação para poder realizar o sonho de chamar a casa efetivamente de sua.
 
O projeto é uma parceria entre as secretarias de Habitação e Ação Social. As agentes sociais são as responsáveis pelo cadastramento e averiguação dos documentos dos moradores para dar início ao processo.
 
História - O Jardim Oratório surgiu da antiga Fazenda Oratória, que também deu origem a outros bairros de Mauá. Há registros de 1883, quando a família Cardoso Franco ocupava essas terras, que depois pertenceram ao IAPI (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriais). A região era chamada de Fazendinhas. Havia na área três casas históricas e uma cocheira, e a economia era composta por extração de lenha e olarias.
A ocupação dos morros do Oratório começou na década de 1970, com a intensificação das migrações. Os altos valores dos aluguéis em outras cidades da região fizeram com que a única opção de muitos fosse Mauá. Por ser próximo ao Centro, os preços dos terrenos regularizados no bairro eram cada vez mais elevados. Sendo assim, a ocupação irregular cresceu. Hoje, mais de 8 mil famílias dividem espaço no local.
 

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Mauá
Secretaria de Comunicação Social
14/03/2017 11:20


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