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Secretaria de Saúde realiza capacitação para profissionais das áreas de tatuagem, piercing e estéti
Cinquenta profissionais da cidade participaram; nova edição será realizada no dia 22

 

A primeira edição do curso de Boas Práticas para Profissionais da Beleza, Tatuagem e Piercing reuniu 50 pessoas no centro de Formação de Professores, na última segunda-feira (15), organizado pelo Núcleo de Gestão de Proteção da Saúde e Vigilâncias da Secretaria de Saúde de Mauá. A atividade é pré-requisito para liberação de alvará sanitário para empreendimentos como salões de beleza, estúdios de tatuagem e similares. 

A capacitação teve carga horária de quatro horas e os profissionais puderam se submeter a testes rápidos para HIV/Aids, Sífilis e Hepatites B e C. Os testes foram realizados pela equipe do Centro de Referência em Saúde (CRS), que integra o mesmo Núcleo da Secretaria. Ao todo, oito profissionais realizaram as testagens, com equipe de apoio, acolhimento, coleta e administrativo. Os resultados saíram na mesma manhã. "Achei isso muito importante. Ia fazer o teste mesmo por uma questão de precaução e vou aproveitar", disse o tatuador Wendel Santos Soares. 

Wendel também gostou de rever os conteúdos do curso, que afirma já ter conhecimento e utilizar no dia a dia. "Acho essencial, embora já tenha feito o curso antes em outro local", afirmou. Mas, desta vez, ele obteve o certificado que garante estar apto a solicitar o alvará sanitário. 

"Achei muito bom, principalmente sobre a questão das químicas, como o porquê de não utilizá-las em crianças", considerou a cabeleireira Jo Andrade, da Vila Assis. Ela atua há 13 anos na área e ainda não havia realizado a formação. "Agrega mais confiança por parte das clientes", acredita. 

Um dos assuntos abordados pelos técnicos da Vigilância Sanitária que executaram a atividade foi sobre a limpeza e esterilização  de artigos críticos, como alicates e espátulas. Com a explicação sobre a diferença entre desinfetar e esterilizar, os profissionais foram informados sobre detalhes da eficiência em equipamentos como estufa e autoclave, que devem ter licença da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ou apenas no uso de álcool a 75º. Um exemplo é de que este álcool não consegue eliminar esporos de vírus mais resistentes como do HIV e hepatites. 

"Muita coisa foi para tirar dúvidas, por exemplo, em questões técnicas, como patologias e contaminação", explicou Sheila Serpa, gerente do Departamento de Vigilância Sanitária. A próxima edição do curso será no dia 22 (segunda-feira), no 10º andar do Centro de Formação de Professores Dr. Miguel Arraes, à rua rio Branco, 183, no décimo andar, a partir das 8h.

 


17/06/2015 18:41